quarta-feira, 9 de abril de 2014
Galeria: Terminal de Mauá - Os Melhores Ibus do Mundo
Confiram hoje, uma sessão de fotos da Suzantur e da Viação Cidade de Mauá no terminal central de Mauá.
sábado, 5 de abril de 2014
Justiça libera licitação da área 5 da EMTU e Baltazar perde recurso
Justiça libera licitação da área 5 da EMTU. Certame deve ser lançado até o final deste mês e envolve o ABC Paulista.
| (Fonte da imagem: Adamo Bazani) |
Desde 2006, a EMTU tenta licitar a região.
Desta vez o empecilho era a situação jurídica das empresas de Baltazar José de Sousa. Trinta e três companhias do empresário estão em recuperação judicial entre elas a EAOSA- Empresa Auto Ônibus Santo André Ltda, Viação Ribeirão Pires Ltda, Viação São Camilo e Empresa Urbana Santo André – EUSA, que têm linhas intermunicipais na região.
A defesa de Baltazar alegava que a licitação poderia tirar as empresas de circulação impactando as finanças do Grupo BJS – Baltazar José de Sousa e consequentemente o processo de recuperação judicial.
A decisão foi dada pela Justiça do Amazonas porque o processo de recuperação judicial tem origem na empresa de Baltazar Soltur – Solimões Turismo, que atuava em Manaus.
A EMTU promete, a partir desta decisão, realizar os últimos ajustes para a publicação do edital ainda neste mês de abril.
Segundo nota da EMTU, a licitação deve melhorar a qualidade dos serviços da região:
“No momento, 18 empresas atuam no transporte metropolitano da região. O objetivo principal do novo processo licitatório é garantir a melhoria da qualidade do serviço prestado à população com a definição de regras mais claras, previstas em contrato, em relação aos direitos e obrigações do operador que vencer a concorrência pública. Além disso, haverá exigências em relação à renovação da frota em operação, propiciando mais conforto, regularidade na operação das linhas metropolitanas e acessibilidade às pessoas com deficiência.”
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.
Fonte: Blog Ponto de Ônibus
Por: Daniel Santana
terça-feira, 1 de abril de 2014
Licitação dos transportes em Mauá está atrasada e novos empresários temem instabilidades
Licitação dos Transportes em Mauá está atrasada e é marcada por incertezas e receio de novos empresários. Concorrência ainda não despertou interesse de empresários pelo histórico de insegurança jurídica na cidade. Suzantur deve participar e permanecer.
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| (Fonte da imagem: Grupo TRA) |
ADAMO BAZANI – CBN: Neste dia 1º de abril, a audiência pública sobre a possível licitação dos transportes em Mauá, na Grande São Paulo, completa 47 dias, mas na prática não houve nenhum avanço no processo, apesar das diferentes datas prometidas pelo prefeito Donisete Braga, do PT.
No dia 12 de fevereiro, o secretário de mobilidade urbana, Paulo Eugênio Pereira, que deixa a pasta para concorrer ao cargo de deputado estadual pelo PT de São Paulo, mesmo partido de Donisete Braga, em audiência pública na Câmara Municipal de Mauá disse que o edital estaria pronto no início de março. No lugar de Paulo Eugênio, assume a pasta de transportes e trânsito, Azor Albuquerque, assessor e integrante do mesmo grupo de Paulo Eugênio.
Dias depois da audiência, o prefeito Donisete Braga disse que o edital estaria pronto em 05 de março. A data não se confirmou e Donisete Braga falou então no dia 20 de março, o que também não ocorreu.
A reportagem do Blog Ponto de Ônibus apurou que o histórico de conflitos em torno do controle dos transportes em Mauá e a insegurança jurídica na cidade têm feito com que empresários do setor que não atuam no ABC não se interessem pela licitação até o momento.
“O que a prefeitura fez com a empresa Leblon não deixa os empresários seguros para tentarem investir em Mauá, a não ser quem é da região mesmo. Vai que eu assino um contrato, invisto e, de repente, aparece uma situação da prefeitura e eu tenho de sair” – opinou um empresário da Grande São Paulo, que pediu para não ser identificado.
“Mexer com transportes em Mauá e no ABC é complicado. O setor é fechado e são formados grupos no país todo, é verdade, mas analisando os fatos em Mauá, é complicado falar em investir por lá. Isso tudo pelo que vimos no ano passado, pois do ponto de vista de demanda, Mauá é uma mina de dinheiro para quem tem ônibus lá.” – disse o gerente de uma outra companhia.
O processo da possível licitação foi anunciado depois de Donisete Braga e Paulo Eugênio Pereira terem descredenciado as duas operadoras do município: Viação Cidade de Mauá, de Baltazar José de Sousa, que monopolizou os transportes em Mauá por trinta anos, e Leblon Transporte de Passageiros, dor irmãos de Ronaldo Isaak e Haroldo Isaak, empresários do Paraná e que entraram no sistema em 06 de novembro de 2010 após vencerem a licitação que teve início em 2008.
As duas empresas foram acusadas pela prefeitura de realizarem consultas não autorizadas a alguns dados do sistema de bilhetagem eletrônica.
As duas empresas dizem que as consultas foram autorizadas e o caso está na Justiça, sem um julgamento definitivo.
Um parecer assinado pela procuradora do município, Thais de Almeida Miana, em 27 de junho de 2013, acatou os argumentos da Leblon de que houve autorização para a consulta dos dados por parte de prefeitura e recomendou uma nova sindicância, mais técnica, já que o procedimento que determinou o descredenciamento das empresas tinha como bases relatos testemunhais e documentos considerados genéricos.
Apesar de Donisete Braga e Paulo Eugênio Pereira ignorarem o parecer da procuradora e descredenciarem as duas empresas, apenas a Leblon Transporte de Passageiros saiu.
Da noite para o dia, em 29 de dezembro de 2013, a prefeitura de Mauá recolheu todos os ônibus da Leblon, que não conseguiu reverter a decisão juridicamente. A empresa do Paraná já dispensou os funcionários e se desfez de parte da frota. Já a retirada da empresa de Baltazar José de Sousa, que perdeu na Justiça antes da Leblon, é feita com muito menos pressa. Apenas seis linhas da companhia foram substituídas.
No lugar da Leblon e de seis linhas da Viação Cidade de Mauá opera a Suzantur, em contrato emergencial, sem licitação.
A assinatura do contrato com a Suzantur foi em 18 de outubro de 2013 por seis meses, que vão ser completados em 18 de abril.
Movimentos sociais viram na atitude do prefeito Donisete Braga e de Paulo Eugênio uma forma de ser retomado o monopólio do grupo dos mineiros, do qual Baltazar faz parte, em Mauá. Segundo documentos apresentados à Câmara Municipal pelo ativista social, Rafael Rodrigues, em dezembro, uma das famílias que possuem sociedade na Suzantur também controla o Banco Caruana, que financia ônibus para os empresários do chamado grupo dos mineiros.
Apesar de não ser um grupo formal, os “mineiros” foram ou permanecem parceiros em vários negócios. Entre estes empresários estão Constantino de Oliveira, fundador da Gol Linhas Aéreas, Baltazar José de Sousa, Mário Elísio Jacinto, Renato Fernandes Soares e Ronan Maria Pinto, dono de empresas de ônibus em Santo André e Indaiatuba, interior Paulista, e do jornal local Diário do Grande ABC.
A Suzantur pode participar do processo de licitação. E parece que a empresa está interessada. A companhia de fretamento colocou em Mauá alguns ônibus urbanos zero quilômetro, que valem entre R$ 200 mil e R$ 350 mil cada.
Caso venha perder a licitação, a Suzantur teria de se desfazer destes ônibus já que ela não possui operações urbanas e metropolitanas em outras cidades.
No entanto, a maior parte da frota da empresa é ainda de ônibus usados. Há veículos que eram da Mobibrasil, de Diadema, de empresas do Rio de Janeiro, da Oak Tree, que faliu na Capital Paulista, da Piracicabana do Litoral de São Paulo, que eram de Constantino Oliveira, e da Viação Guaianazes, de Santo André, empresa de Ronan Maria Pinto.
Também operam pela Suzantur ônibus que eram da Viação Estrela de Mauá. A empresa foi criada por Baltazar para participar da licitação contra a Leblon. Com o mesmo empresário não poderia concorrer a dois lotes, ela foi passada em 2008 para Anísio Bueno e Anísio Bueno Júnior e em 11 de julho de 2012 tornaria dono da empresa David Barioni Neto, ex executivo de Constantino de Oliveira.
Estes ônibus foram financiados pelo Banco Caruana.
SEM RESPOSTA:
Às 11h16 deste dia 31 de março, o Blog Ponto de Ônibus enviou um e-mail solicitando uma posição da Prefeitura de Mauá sobre a licitação, mas até a data desta publicação não houve resposta. O espaço continua aberto.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.
No dia 12 de fevereiro, o secretário de mobilidade urbana, Paulo Eugênio Pereira, que deixa a pasta para concorrer ao cargo de deputado estadual pelo PT de São Paulo, mesmo partido de Donisete Braga, em audiência pública na Câmara Municipal de Mauá disse que o edital estaria pronto no início de março. No lugar de Paulo Eugênio, assume a pasta de transportes e trânsito, Azor Albuquerque, assessor e integrante do mesmo grupo de Paulo Eugênio.
Dias depois da audiência, o prefeito Donisete Braga disse que o edital estaria pronto em 05 de março. A data não se confirmou e Donisete Braga falou então no dia 20 de março, o que também não ocorreu.
A reportagem do Blog Ponto de Ônibus apurou que o histórico de conflitos em torno do controle dos transportes em Mauá e a insegurança jurídica na cidade têm feito com que empresários do setor que não atuam no ABC não se interessem pela licitação até o momento.
“O que a prefeitura fez com a empresa Leblon não deixa os empresários seguros para tentarem investir em Mauá, a não ser quem é da região mesmo. Vai que eu assino um contrato, invisto e, de repente, aparece uma situação da prefeitura e eu tenho de sair” – opinou um empresário da Grande São Paulo, que pediu para não ser identificado.
“Mexer com transportes em Mauá e no ABC é complicado. O setor é fechado e são formados grupos no país todo, é verdade, mas analisando os fatos em Mauá, é complicado falar em investir por lá. Isso tudo pelo que vimos no ano passado, pois do ponto de vista de demanda, Mauá é uma mina de dinheiro para quem tem ônibus lá.” – disse o gerente de uma outra companhia.
O processo da possível licitação foi anunciado depois de Donisete Braga e Paulo Eugênio Pereira terem descredenciado as duas operadoras do município: Viação Cidade de Mauá, de Baltazar José de Sousa, que monopolizou os transportes em Mauá por trinta anos, e Leblon Transporte de Passageiros, dor irmãos de Ronaldo Isaak e Haroldo Isaak, empresários do Paraná e que entraram no sistema em 06 de novembro de 2010 após vencerem a licitação que teve início em 2008.
As duas empresas foram acusadas pela prefeitura de realizarem consultas não autorizadas a alguns dados do sistema de bilhetagem eletrônica.
As duas empresas dizem que as consultas foram autorizadas e o caso está na Justiça, sem um julgamento definitivo.
Um parecer assinado pela procuradora do município, Thais de Almeida Miana, em 27 de junho de 2013, acatou os argumentos da Leblon de que houve autorização para a consulta dos dados por parte de prefeitura e recomendou uma nova sindicância, mais técnica, já que o procedimento que determinou o descredenciamento das empresas tinha como bases relatos testemunhais e documentos considerados genéricos.
Apesar de Donisete Braga e Paulo Eugênio Pereira ignorarem o parecer da procuradora e descredenciarem as duas empresas, apenas a Leblon Transporte de Passageiros saiu.
Da noite para o dia, em 29 de dezembro de 2013, a prefeitura de Mauá recolheu todos os ônibus da Leblon, que não conseguiu reverter a decisão juridicamente. A empresa do Paraná já dispensou os funcionários e se desfez de parte da frota. Já a retirada da empresa de Baltazar José de Sousa, que perdeu na Justiça antes da Leblon, é feita com muito menos pressa. Apenas seis linhas da companhia foram substituídas.
No lugar da Leblon e de seis linhas da Viação Cidade de Mauá opera a Suzantur, em contrato emergencial, sem licitação.
A assinatura do contrato com a Suzantur foi em 18 de outubro de 2013 por seis meses, que vão ser completados em 18 de abril.
Movimentos sociais viram na atitude do prefeito Donisete Braga e de Paulo Eugênio uma forma de ser retomado o monopólio do grupo dos mineiros, do qual Baltazar faz parte, em Mauá. Segundo documentos apresentados à Câmara Municipal pelo ativista social, Rafael Rodrigues, em dezembro, uma das famílias que possuem sociedade na Suzantur também controla o Banco Caruana, que financia ônibus para os empresários do chamado grupo dos mineiros.
Apesar de não ser um grupo formal, os “mineiros” foram ou permanecem parceiros em vários negócios. Entre estes empresários estão Constantino de Oliveira, fundador da Gol Linhas Aéreas, Baltazar José de Sousa, Mário Elísio Jacinto, Renato Fernandes Soares e Ronan Maria Pinto, dono de empresas de ônibus em Santo André e Indaiatuba, interior Paulista, e do jornal local Diário do Grande ABC.
A Suzantur pode participar do processo de licitação. E parece que a empresa está interessada. A companhia de fretamento colocou em Mauá alguns ônibus urbanos zero quilômetro, que valem entre R$ 200 mil e R$ 350 mil cada.
Caso venha perder a licitação, a Suzantur teria de se desfazer destes ônibus já que ela não possui operações urbanas e metropolitanas em outras cidades.
No entanto, a maior parte da frota da empresa é ainda de ônibus usados. Há veículos que eram da Mobibrasil, de Diadema, de empresas do Rio de Janeiro, da Oak Tree, que faliu na Capital Paulista, da Piracicabana do Litoral de São Paulo, que eram de Constantino Oliveira, e da Viação Guaianazes, de Santo André, empresa de Ronan Maria Pinto.
Também operam pela Suzantur ônibus que eram da Viação Estrela de Mauá. A empresa foi criada por Baltazar para participar da licitação contra a Leblon. Com o mesmo empresário não poderia concorrer a dois lotes, ela foi passada em 2008 para Anísio Bueno e Anísio Bueno Júnior e em 11 de julho de 2012 tornaria dono da empresa David Barioni Neto, ex executivo de Constantino de Oliveira.
Estes ônibus foram financiados pelo Banco Caruana.
SEM RESPOSTA:
Às 11h16 deste dia 31 de março, o Blog Ponto de Ônibus enviou um e-mail solicitando uma posição da Prefeitura de Mauá sobre a licitação, mas até a data desta publicação não houve resposta. O espaço continua aberto.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.
sábado, 29 de março de 2014
Ônibus do DF terão de parar fora do ponto para mulheres na parte da noite
Decreto obriga que após às 22 horas os motoristas realizem desembarque de mulheres mesmo fora dos pontos.
ADAMO BAZANI – CBN: No momento em que os abusos contra as mulheres no transporte público, que sempre existiram, ganharam mais espaço na mídia, o Governo do Distrito Federal publicou nesta sexta-feira, dia 28 de março de 2014, uma nova norma que visa aumentar a segurança nos deslocamentos entre os ônibus e os locais de destino.
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| (Fonte da imagem: João Victor) |
De acordo com o decreto, todos os motoristas de ônibus são obrigados a parar fora do ponto, sempre que solicitados, para mulheres após às 22 horas.
A obrigatoriedade só vale para o desembarque e os ônibus não podem sair do itinerário original.
As empresas de ônibus terão também de colocar em local visível dentro dos veículos informações sobre este direito.
Os motoristas também deverão obedecer as regras de trânsito e desembarcarem as passageiras somente onde for permitido parar.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.
Fonte: Blog Ponto de Ônibus
Por: Daniel Santana
sexta-feira, 14 de março de 2014
Suzantur ganha mais quatro linhas da VCM após receber 8 ônibus 0km
Após o recebimentos de novos ônibus 0km, 4 nos modelos Caio Apache Vip 3 e 4 Neobus Spectrum City todos com chassis Euro V, ela assume aos poucos as linhas do lote 1. As novas linhas assumidas são:
072 - Nova Mauá
087 - Boa Vista
091 - Parque das Américas
101 - Itapark
Fonte: Própria
Por: Igor Dias
072 - Nova Mauá
087 - Boa Vista
091 - Parque das Américas
101 - Itapark
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| (Fonte da imagem: Marcelo Alves - Ônibus Brasil) |
Por: Igor Dias
terça-feira, 11 de março de 2014
Idec sugere ranking de melhores e piores empresas
Idec sugere que prefeituras divulguem ranking de boas e más empresas de ônibus. Mas conivência de prefeituras com monopólios e cartéis, consórcios não claros e pinturas padronizadas atrapalham o direito de informação do passageiro.
Há cidades que possuem mais de uma companhia de ônibus, mas que não deixa de haver monopólio, direto ou disfarçado, já que as viações possuem ao mesmo grupo ou então a empresários relacionados.
Tais grupos normalmente financiam campanhas e conseguem direcionar editais de licitação, procedimentos, sindicâncias e as fiscalizações que deveriam ter isenção.
Além disso, empresas que prestam serviços ruins se escondem em consórcios (que não deixam claro sua composição) e em pinturas padronizadas. O passageiro tem vedado pelas padronizações o direito de saber quem presta serviço ruim e quem presta um atendimento melhor.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.
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| (Fonte da imagem: Grupo TRA) |
ADAMO BAZANI – CBN: Após acompanhar uma série de reclamações sobre os serviços de transportes públicos em um levantamento nas cidades de São Paulo e Belo Horizonte, o Idec – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor sugere que as prefeituras, de grandes e pequenas regiões divulguem rankings ou listas das melhores e piores empresas de ônibus.E mesmo assim, estes rankings são apenas para o passageiro, que também é um consumidor, ter uma base de como são os serviços.
Em entrevista à Agência Brasil, o coordenador do levantamento, João Paulo Amaral, diz que muitos passageiros se sentem desestimulados a reclamar. Por isso que a queda no número de queixas nem sempre significa melhorias nos serviços de ônibus, trens e metrô.
Ele acrescentou que as prefeituras não se preocupam em fazer esta tabulação que deve além de identificar linhas e regiões dar nomes às empresas de ônibus boas e ruins.
“Isso é algo que já ocorre em vários setores. O Poder Público oferecer esse tipo de dado é um ótimo termômetro e tornar públicas essas informações é muito interessante … “Muitas prefeituras não têm esses dados tabulados, não os divulgam e não dão respostas aos usuários que se queixam. Isso pode significar que os órgãos responsáveis podem não estar usando essas informações, que devem ser consideradas de forma mais eficiente, como um termômetro da qualidade do serviço prestado … O primeiro ponto é o usuário conhecer seus direitos. O transporte público é um serviço sujeito ao Código de Defesa do Consumidor e aos regulamentos locais específicos. Caso seu direito seja lesado, o usuário deve buscar o órgão local responsável por fiscalizar o serviço de transporte público e registrar a queixa, pedindo o ressarcimento da passagem. Se isso for negado, ele deve formalizar a reclamação no site ou telefone do órgão e, se nada for resolvido, recorrer ao Procon ou aos juizados de pequenas causas. Tudo isso é uma forma muito importante de pressão”
CONIVÊNCIA DE PREFEITURAS PODE PREJUDICAR RANKINGS:
Na prática, os rankings e avaliações podem ser prejudicados devido à conivência de algumas prefeituras com determinados grupos empresarias.Em entrevista à Agência Brasil, o coordenador do levantamento, João Paulo Amaral, diz que muitos passageiros se sentem desestimulados a reclamar. Por isso que a queda no número de queixas nem sempre significa melhorias nos serviços de ônibus, trens e metrô.
Ele acrescentou que as prefeituras não se preocupam em fazer esta tabulação que deve além de identificar linhas e regiões dar nomes às empresas de ônibus boas e ruins.
“Isso é algo que já ocorre em vários setores. O Poder Público oferecer esse tipo de dado é um ótimo termômetro e tornar públicas essas informações é muito interessante … “Muitas prefeituras não têm esses dados tabulados, não os divulgam e não dão respostas aos usuários que se queixam. Isso pode significar que os órgãos responsáveis podem não estar usando essas informações, que devem ser consideradas de forma mais eficiente, como um termômetro da qualidade do serviço prestado … O primeiro ponto é o usuário conhecer seus direitos. O transporte público é um serviço sujeito ao Código de Defesa do Consumidor e aos regulamentos locais específicos. Caso seu direito seja lesado, o usuário deve buscar o órgão local responsável por fiscalizar o serviço de transporte público e registrar a queixa, pedindo o ressarcimento da passagem. Se isso for negado, ele deve formalizar a reclamação no site ou telefone do órgão e, se nada for resolvido, recorrer ao Procon ou aos juizados de pequenas causas. Tudo isso é uma forma muito importante de pressão”
CONIVÊNCIA DE PREFEITURAS PODE PREJUDICAR RANKINGS:
Há cidades que possuem mais de uma companhia de ônibus, mas que não deixa de haver monopólio, direto ou disfarçado, já que as viações possuem ao mesmo grupo ou então a empresários relacionados.
Tais grupos normalmente financiam campanhas e conseguem direcionar editais de licitação, procedimentos, sindicâncias e as fiscalizações que deveriam ter isenção.
Além disso, empresas que prestam serviços ruins se escondem em consórcios (que não deixam claro sua composição) e em pinturas padronizadas. O passageiro tem vedado pelas padronizações o direito de saber quem presta serviço ruim e quem presta um atendimento melhor.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.
Viagens nos ônibus municipais fora da Capital Paulista crescem 26% aponta Pesquisa de Mobilidade do Metrô
Mais pessoas se deslocam em ônibus municipais fora da Capital Paulista, aponta pesquisa do Metrô. O crescimento foi de 26%. Em Santo André, gerenciadora SATrans diz que mais passageiros é fruto de investimentos.
Mesmo assim, algumas cidades do ABC comemoraram o crescimento no número de passageiros, como Santo André. Os ônibus municipais transportaram em fevereiro de 2014 5 milhões 287 mil de passageiros. Em semelhante mês do ano passado, foram 4 milhões 651 mil.
“O importante é mostrar para a população que o poder público prioriza o transporte coletivo com atitudes concretas. A partir das ações do poder público é que as pessoas vão se conscientizar de que vale a pena deixar o transporte individual em casa.” – disse Leandro Petrin, diretor da SATrans – Santo André Transportes, gerenciadora local.
Mesmo sendo ações realizadas após a data da pesquisa do Metrô, Petrin enumera como principais atrativos para o aumento no número de passageiros em Santo André, a adoção do Bilhete Único Andreense, das primeiras faixas exclusivas para ônibus, a renovação de parte da frota e a qualificação dos pontos de parada.
Novos ônibus, inclusive articulados, devem ser colocados em circulação ainda neste ano na Expresso Guarará, que opera na região de Vila Luzita, em Santo André.
Os ônibus municipais na Capital Paulista transportam 8% a mais em relação à pesquisa de 2007: com 7 milhões 740 mil viagens pro dia em média.
O maior crescimento dos serviços de transportes coletivos foi da CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos: 62% de 2007 para 2012, com média diária de 2 milhões 134 mil viagens.
O crescimento das viagens de Metrô foi de 45%, com média de 3 milhões 219 mil deslocamentos por dia.
Apesar dos aumentos dos serviços no transporte público, mais pessoas estão se deslocando por meios individuais motorizados, como carro e moto, na Grande São Paulo. O crescimento foi de 21% com 13 milhões 596 mil viagens diariamente.
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| (Fonte da imagem: Adamo Bazani) |
ADAMO BAZANI – CBN: Os ônibus municipais que circulam fora da Capital Paulista estão transportando mais gente e realizando mais viagens.É o que revela a Pesquisa de Mobilidade da Região Metropolitana de São Paulo realizada pelo Metrô 2012/2013 e divulgada nesta segunda-feira, dia 10 de março de 2014.
Cidades como as do ABC Paulista, Mogi das Cruzes, Osasco, Guarulhos, Juquitiba, entre outras registraram em conjunto aumento de 26% nas viagens geradas em relação a 2007, quando foi realizada a pesquisa anterior pelo Metrô.
De acordo com o mais recente levantamento, os ônibus municipais que não rodam na Capital Paulista fizeram 3 milhões 572 mil viagens por dia.
Já os ônibus intermunicipais na região metropolitana, que ligam cidades diferentes à Capital ou dentro de determinadas áreas transportaram mais também. O crescimento foi de 8 por cento com 1 milhão 894 mil viagens diárias.
Considerando as sub-regiões da Grande São Paulo e contando as viagens em linhas municipais e intermunicipais, Mogi das Cruzes e os municípios vizinhos tiveram o maior aumento de deslocamentos por ônibus: 36% com 588 mil viagens. Sem licitação dos ônibus intermunicipais e com sistemas locais enfrentando problemas até de ordem jurídica, como em Mauá, as viagens por ônibus no ABC Paulista foram as que tiveram menor crescimento: 6% com 1 milhão 369 mil deslocamentos diários.Cidades como as do ABC Paulista, Mogi das Cruzes, Osasco, Guarulhos, Juquitiba, entre outras registraram em conjunto aumento de 26% nas viagens geradas em relação a 2007, quando foi realizada a pesquisa anterior pelo Metrô.
De acordo com o mais recente levantamento, os ônibus municipais que não rodam na Capital Paulista fizeram 3 milhões 572 mil viagens por dia.
Já os ônibus intermunicipais na região metropolitana, que ligam cidades diferentes à Capital ou dentro de determinadas áreas transportaram mais também. O crescimento foi de 8 por cento com 1 milhão 894 mil viagens diárias.
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| (Fonte da imagem: Reprodução Metrô) |
Mesmo assim, algumas cidades do ABC comemoraram o crescimento no número de passageiros, como Santo André. Os ônibus municipais transportaram em fevereiro de 2014 5 milhões 287 mil de passageiros. Em semelhante mês do ano passado, foram 4 milhões 651 mil.
“O importante é mostrar para a população que o poder público prioriza o transporte coletivo com atitudes concretas. A partir das ações do poder público é que as pessoas vão se conscientizar de que vale a pena deixar o transporte individual em casa.” – disse Leandro Petrin, diretor da SATrans – Santo André Transportes, gerenciadora local.
Mesmo sendo ações realizadas após a data da pesquisa do Metrô, Petrin enumera como principais atrativos para o aumento no número de passageiros em Santo André, a adoção do Bilhete Único Andreense, das primeiras faixas exclusivas para ônibus, a renovação de parte da frota e a qualificação dos pontos de parada.
Novos ônibus, inclusive articulados, devem ser colocados em circulação ainda neste ano na Expresso Guarará, que opera na região de Vila Luzita, em Santo André.
Os ônibus municipais na Capital Paulista transportam 8% a mais em relação à pesquisa de 2007: com 7 milhões 740 mil viagens pro dia em média.
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| (Fonte da imagem: Reprodução Metrô) |
O crescimento das viagens de Metrô foi de 45%, com média de 3 milhões 219 mil deslocamentos por dia.
Apesar dos aumentos dos serviços no transporte público, mais pessoas estão se deslocando por meios individuais motorizados, como carro e moto, na Grande São Paulo. O crescimento foi de 21% com 13 milhões 596 mil viagens diariamente.
Por: Igor Dias
sexta-feira, 7 de março de 2014
Depredação no Carnaval de Campinas prejudica 35 mil passageiros nesta quarta
Ao menos 30 ônibus foram depredados no Carnaval em Campinas. Prejuízos chegam a R$ 81 mil. Pelo fato de não haver frota reserva para todas as linhas, 35 mil passageiros foram prejudicados.
ADAMO BAZANI – CBN: Peritos da Polícia Civil realizaram nesta quarta-feira, dia 05 de março de 2014, vistorias nos cerca de 30 ônibus urbanos que foram danificados durante os quatro dias de Carnaval, em Campinas, no Interior de São Paulo.
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| (Fonte da imagem: Divulgação - Transurc) |
A Transurc – Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas divulgou também nesta quarta-feira um balanço sobre os atos de vandalismo contra os veículos.
Segundo a entidade, os danos nos 30 ônibus representam custos de R$ 81 mil. Ainda de acordo com a Transurc, pela ausência destes veículos, já que não havia frota reserva para todas as linhas, pelo menos 35 mil passageiros foram prejudicados nesta quarta-feira.
Não previsão de quando todos os ônibus serão consertados.
Entre os componentes mais danificados estão câmeras de segurança, vidros laterais e dianteiros, luminárias, portas, lanternas, saídas de emergência e bancos, que tiveram estofamento rasgado.
De acordo com os boletins de ocorrência, a maior parte dos atos de vandalismo ocorreu durante a madrugada na volta dos foliões para a casa e foi cometida por estes passageiros.
A depredação no Carnaval deste ano é 400% maior que em 2013.
A Polícia Militar não quis se pronunciar sobre as ações e porque não havia um contingente nas ruas e estações que pudesse intimidar os atos dos vândalos.
Funcionários das empresas de ônibus, como fiscais e motoristas, também relataram que foram agredidos pelos foliões.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.
Fonte: Blog Ponto de Ônibus
Por: Daniel Santana
Trólebus volta a operar até Mauá
Metra retomou nesta quinta-feira linha que une Santo André e Mauá.
ADAMO BAZANI – CBN: A partir desta quinta-feira, dia 06 de março, a linha 487 (Terminal Sônia Maria, em Mauá – Parada Santa Tereza, em Santo André) dos serviços da Metra, no Corredor Metropolitano ABD, vai ser reativada.
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| (Fonte da imagem: Adamo Bazani) |
A Parada Santa Tereza fica em frente ao Shopping ABC e ao Hospital Brasil, na Avenida Pereira Barreto.
Com isso, passageiros de Santo André com destino ao segundo subdistrito da cidade, à Mauá e ao limite com a zona Leste de São Paulo voltam a contar com mais esta opção de transporte.
A linha teve de ser suspensa no ano passado por causa do afundamento no asfalto da ponte sobre o Rio Tamanduateí, que dá acesso para a avenida Antônio Cardoso, cruzando a Avenida dos Estados.
A ponte cedeu em 15 de fevereiro de 2013 e foram necessários vários meses para recuperar o local.
Os embarques e desembarques da linha também serão retomados no Terminal Santo André Oeste. Banners no terminal anunciavam o retorno dos serviços.
Os serviços serão feitos por ônibus elétricos (trólebus) que têm as vantagens de não emitirem gases poluentes na operação, possuem um nível de ruído menor e oferecem mais conforto.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.
Fonte: Blog Ponto de Ônibus
Por: Daniel Santana
terça-feira, 4 de março de 2014
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